Toda a gente dele sabe o significado, quer o crie quer não. Porém, o roteiro na minha ideia já está traçado. Por muito que nos tentemos desviar da estrada, rua, carreiro, vamos inevitavelmente passar por vias não programadas…e quem ou o quê, resolveu definir a rota?
Deixo a resposta para o leitor a dar a si próprio.
Essas surpresas acontecem em qualquer percurso, mas há sempre uma razão para o justificar…ou não? Ou será que aquela frase que tanto dizemos “já estava escrito!” responde por nós?
Outra questão para o leitor responder.
A meu ver, essa expressão tão vulgar é demasiado séria para desvalorizar. Somos dotados de instinto, de magnetismo, de vontade, e todos os itens da nossa personalidade, … o que não chega para entender a existência de um compêndio invisível que nos persegue a vida inteira.
Muitos já “leram” alguns capítulos.
São escolhidos por quem?
Como aprenderam a “ler”?
De novo o leitor dará a resposta.
Não duvido da tentativa de se chegar a uma conclusão que seja passível de alterar o rumo das coisas ou trazer mais valias.
Não vale a pena até certo ponto… “já estava escrito!”

Maria Dulce Araújo, a autora do texto