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Continue reading →: Medicina Popular: O Que Herdamos Sem PerceberQuase toda pessoa guarda alguma lembrança parecida, uma avó preparando chá para aliviar uma febre, uma mãe colocando folhas mornas sobre uma inflamação, uma tia insistindo no caldo quente durante uma gripe, ou alguém recomendando mel com limão para acalmar a tosse. Essas práticas atravessam continentes, culturas e gerações. Elas…
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Continue reading →: Há seres entre nós.Creio que entre nós, caminham seres vindos de longe — não para dominar, mas para observar, aprender e, quando possível, acender em nós uma memória antiga. Se existem, não chegam com ruído nem com medo; chegam como o silêncio chega às montanhas, como a luz chega à água: sem pedir…
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Continue reading →: Deixa voar as aves…Deixa voar as aves lá no altoOnde o céu está longe,E em cada nuvem há um poleiroRevigorante das asas livres. No fumo das queimadas,Das chaminés dos lares,Do oxigénio que consomes e transformasNão deixes fuligem mascarada. As aves molham as penas com chuva,Não sabem o que são lágrimas,Conhecem bem o seu…
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Continue reading →: Raças Evolucionárias de cor-Parte 4Continuação Vamos então avançar, embora regressando no tempo à época de 500 mil anos atrás. As tribos Badonan, descendentes do tetraneto de Andon e a habitarem nos planaltos a Noroeste da Índia, com muita frequência se envolveram em várias lutas raciais. Durante cerca de uma centena de anos não houve…
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Continue reading →: ReflexosFora tanto o que viveraE, no entanto, ainda nada De outro tanto que previra.Por um lado, lamentava Tanto tempo já passado E sem ter qualquer proveitoSem na verdade se darE outro tempo recordavaEm que no tempo se perderaSem saber porque estrela se guiar. Observou admirada Aquele reflexo no espelho…Não… não era o seu E…
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Continue reading →: Pensar e SerApresentação do Livro Lançado no passado ano, na Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva em Viseu O Movimento gera Movimento e este com Equilíbrio gera mais Acção… João Oliveira, o Autor do Livro
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Continue reading →: As árvores são como as MãesEnfrentam a bonança e a tempestade As árvores são como as mães…São tronco, estrutura familiar, O abraço dos ramos que se alargamA vida que dão sem hesitar.São as lágrimas que brotam sem chorarA frescura do orvalho Nas folhas que albergam vidas.A casa-abrigo, onde os pássaros nidificamA raiz que se estende e…
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Continue reading →: O Devorador de Rótulos:Crônica de um Curioso Incurável Desde pequeno, eu não lia apenas livros. Eu lia o mundo, de preferência o que estivesse impresso em letras miúdas. Enquanto outras crianças colecionavam figurinhas, eu colecionava informações inúteis, mas fascinantes. Tinha uma atração quase magnética por qualquer coisa que tivesse uma lista de ingredientes…
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Continue reading →: A solidão é a sorte de todos os espíritos excecionais.— Arthur Schopenhauer Schopenhauer distinguia solidão de isolamento: para ele, a solitude era um espaço fértil onde o pensamento amadurece, enquanto o silêncio funciona como o terreno onde essas ideias finalmente podem ser ouvidas. A solitude, o silêncio e a solidão parecem vizinhos próximos, mas cada um guarda um território…
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Continue reading →: A história que não se esqueceDe todas as histórias contadas/reveladas, qual é a mais importante? Depende de cada um e do seu conceito de importância. Qual o papel de quem conta? Também depende da pessoa, mas aqui acresce o grau de proximidade entre o transmissor e o recetor, e no caso da revelação, as consequências…
