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Continue reading →: Um paraíso diferenteAbro as mãos e solto, na brisaborboletas multicores.O rio serpenteia por entre os amieirose o verde da paisagem abre-seà beleza policroma das flores.Há por ali muitas papoilas e eu vejo-as paraísopousadas no teu regaço,olham-se embevecidos os amores,dão-se as mãosdedos entrelaçam-se… Frenéticos, inquietosnão param de se acariciar…Há desejos e odores que…
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Continue reading →: PoesiaQuando um indivíduo continua o caminho na procura de Mundo para Conquistar-se a si próprio… É um buscador. João Oliveira, o autor do aforismo
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Continue reading →: Não aconteceu como um relâmpago!Para mim o autoconhecimento não aconteceu como um relâmpago; revelou-se quando eu me obriguei a olhar para dentro com honestidade e ternura. Já a espiritualidade, por sua vez, floresceu quando eu reconheci que, nesta caminhada chamada vida terrestre, cada gesto meu foi um rito, cada pensamento foi uma semente, cada…
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Continue reading →: No meu quintalTanto procurei, que naquela aldeia pequenina no sopé de um arborizado monte, acabei por encontrar espaço para o meu quintal. Era selvagem, de vegetação rasteira e pedregulhos por onde serpenteavam diversos rastejantes temerosos dos meus passos. Nenhum deles me atormentava, até achava graça às cegas correrias, lembrando aquelas paragens do…
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Continue reading →: Os Essénios – Parte 2Continuação Essen e regressando à parte 1, já após a partida de Moisés para outras dimensões, e como anteriormente afirmámos, fundou um grupo “Os Essénios”, civilização que viveu entre os 150 anos a.C. até 70 anos d.C., sendo que nesta data fora completamente dizimada pelo exército romano. Até 1947, era…
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Continue reading →: Tanta coisa de que falarRabisco no teu corpo as palavras que o silêncio me traz. Ouço-as com tristeza, porque já não gritam -“Saudades de ti, amor!” Já não pintam telas de emoção nem retratos com boa ou má expressão, em jogos de luz e cor. Faz tempo que não dizes -“Bom dia, dorminhoca!” ao…
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Continue reading →: JanelaEsta Janelachamada Poesiaé em si uma Aquarelajá colorida d’Alguma fantasia.É (Por)tal uma aberturaa determinadas cores.Mantém a pureza, a candura,radiante nos seus alvorese desta requintada Janelaabre-se um novo horizonte,tal uma encantatória telaem que a Poesia é uma Ponte…Adornada por uma subtil fragrânciade um primaveril aroma exaladopor toda esta airosa elegância,a Janela,…
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Continue reading →: O Amargo Sabor do Autoconhecimento.O (tão em voga) autoconhecimento é uma travessia que não se faz sem feridas. Despertar para mim mesma, tem sido como acender uma luz num quarto onde sempre vivi às escuras: tudo o que antes me parecia seguro revela agora contornos inesperados, sombras antigas, estruturas que já não oferecem a…
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Continue reading →: O que ainda nos prendeFoi ao café, entre uma reunião e outra, que a conversa surgiu, como surgem quase sempre as conversas que mais importam, de lado, sem hora marcada. Duas colegas de trabalho, mães de adolescentes, uma com um rapaz de catorze anos, outra com duas filhas mais crescidas, trocavam observações que pareciam…
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Continue reading →: A cartaA minha carta foi jogada faz muito tempo, numa mesa transparente num jardim idílico, onde só a vida a escolheu. As árvores frondosas projetavam sombras frescas ondulantes, e as florinhas resistentes enfeitavam os caminhos Um dia, a minha carta voou através do ar, avisando-me que voltaria. Senti algum desconforto pelo…
