09 Feb
09Feb

Sei que não sou raro 

nem a tal ambiciono. 

Gosto apenas de fazer reparo 

no que está mal ou ao abandono. 


Sou um simples mortal 

que gosta de pensar 

para o bem de Portugal

 e para o Povo, o seu bem-estar. 


Sou contra desigualdades, 

pois todos somos humanos, 

mas há por aí raridades 

contra as quais lutamos. 


Algumas, são até bem-falantes, 

fazendo-nos rir 

e esquecem que são ignorantes. 

É difícil o Povo iludir. 


Mas ainda há Gente boa, 

Gente de trabalho, 

Gente que não apregoa. 

Povo fora do baralho!

João Oliveira, o autor da poesia

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