Sei que não sou raro
nem a tal ambiciono.
Gosto apenas de fazer reparo
no que está mal ou ao abandono.
Sou um simples mortal
que gosta de pensar
para o bem de Portugal
e para o Povo, o seu bem-estar.
Sou contra desigualdades,
pois todos somos humanos,
mas há por aí raridades
contra as quais lutamos.
Algumas, são até bem-falantes,
fazendo-nos rir
e esquecem que são ignorantes.
É difícil o Povo iludir.
Mas ainda há Gente boa,
Gente de trabalho,
Gente que não apregoa.
Povo fora do baralho!

João Oliveira, o autor da poesia