(Continuação)
Com tanta beleza deslumbrada,
tudo no palácio quis conhecer
e, na última ala, ficou parada
ao ver uma feia velha a tecer.
Era a fada má, bem disfarçada,
que ardilosa ajuda lhe pediu.
A princesa, que era bem-educada,
sem nada saber, na cilada caiu,

Mal naquela roca tocou,
imediatamente nela se picou.
No chão caiu desacordada
E ninguém podia fazer nada.
Ao saberem o que tinha acontecido,
As boas fadas para o palácio voltaram;
A primavera lembrou-se do prometido
E, juntas, a melhor solução encontraram.

De acordo, o que logo resolveram
foi aquele lindo castelo encantar.
Por magia todos adormeceram
sem saberem o que se ia passar.
Continua

Aline, a autora da poesia